Batman: Arkham City

 Batman: Arkham City

 Batman: Arkham City" é sequência do aclamado "Arkham Asylum", lançado em 2009 e baseado no universo do Cavaleiro das Trevas criado pela editora DC Comics.


A história do jogo se passa um ano após os eventos do anterior. Quincy Sharp, ex-diretor do Asilo Arkham, recebeu os créditos por deter o Coringa, usando essa fama para se tornar prefeito de Gotham City. Como nem Arkham ou a prisão Blackgate estão em condições para manter os presos, Sharp compra uma grande parte das favelas de Gotham e arma o perímetro com mercenários de um grupo chamado Tyger, a fim de criar uma "Cidade Arkham". 

Os prisioneiros são levados e soltos em Arkham City. Para fiscalizar a cidade, Sharp usa o psiquiatra Hugo Strange, que parece ter seus próprios planos secretos para ela. Batman mantém uma vigília sobre a cidade, temendo que a situação possa ficar fora de controle. 

Quando o Duas-Caras, buscando ganhar status entre os presos e outros bandidos fora da cidade, elabora um plano para executar publicamente a Mulher-Gato, Batman decide, tanto para a segurança de Gotham e como de seu antigo romance com a Mulher-Gato, entrar em Arkham City e interromper a execução.

A maioria das armas e acessórios do primeiro jogo estão de volta, todos já disponíveis no início da aventura. Os equipamentos podem ser evoluídos para ficar mais fortes e há também alguns novos, como uma garra para pegar itens distantes, bombas de fumaça e rastrear de sinais de comunicação.

O sistema de combate também possui novas adições, como ataques simultâneos, uso de acessórios contra inimigos - como um gel explosivo e um contra-ataque de projéteis contra os presos que atacarem de longe. Assim como no original, há elementos furtivos para evitar confrontos diretos. Pode-se acessar o Detective Mode, para procurar pistas e realizar análises forenses em cenas de crime e o jogador também tem acesso a um banco de dados criminal, para identificar os vilões

Além da aventura principal, o jogo oferece diversas missões paralelas envolvendo personagens-chave, quebra-cabeças, elementos de estratégia e uma grande variedade de inimigos. A atmosfera do game promete ser ainda mais mais sombria que a do jogo anterior.

 

 

Fonte: Portal xbox

HALO:REACH

HALO:REACH

 

Antes da aventuras de Master Chief, personagem principal dos três “Halo”, que enfrentou todos os perigos de um planeta em forma de anel, a batalha começou em Reach. Neste mundo, um grupo de soldados Noble deve deter uma nova ameaça dos Covenant que está surgindo. Sem o herói da saga, o jogador encarna um soldado que entra de última hora para o grupo. Isso permite que os fãs possam montar a sua armadura, selecionando uma série de itens como capacetes, ombreiras e joelheiras que podem ser melhoradas ao longo do jogo.

Uma novidade é que pela primeira vez um jogo lançado oficialmente pela Microsoft Brasil possui um código para ser usado na rede Xbox Live, que chegará ao Brasil no final do ano. Este código habilita uma armadura especial e já pode ser usado para quem tem uma conta com endereço norte-americano. A Microsoft, no entanto, recomenda que o código seja usado somente quando a Live brasileira for lançada.

A Inteligência Artificial dos adversário é destaque no jogo.A Inteligência Artificial dos adversário é destaque no jogo. (Foto: Divulgação)

O capítulo final
Desde o começo, “Reach” já mostra ao que veio. As animações cinematográficas contam a história e acrescentam mais adrenalina nos momentos de ação. Mas a Bungie foi feliz em outras de suas escolhas: todos os melhores elementos dos últimos games (com exceção de “Halo 3: ODST) e coloca aqui. Desta maneira, os combates são ainda melhores, com inimigos mais inteligentes do que qualquer outro jogo de tiro, e um visual soberbo, fruto de um novo motor gráfico e de uma direção de arte impecável.

Para qualquer lugar que o jogador olhar, o belo planeta Reach e seus diversos ambientes são muito bem feitos, detalhes que ajudam na imersão. Os campos de batalha geralmente são grandes o que garante combates de tirar o fôlego que exigem inteligência do gamer. Nada de sair atirando para todos os lados. Em “Reach”, quem souber como atacar, se proteger e economizar munição conseguirá triunfar.

A armadura do jogador pode ser personalizada.A armadura do jogador pode ser personalizada.
(Foto: Divulgação)

A Inteligência Artificial se sobressai, apresentando os inimigos mais difícieis do gênero de tiro em primeira pessoa. Mesmo no modo normal, eles se protegem dos ataques e organizam investidas em grupo. Se estiverem sozinhos, fogem para buscar ajuda. Durante o modo Campanha que o G1testou, um dos inimigos foi esperto o bastante para saber onde o jogador estava escondido e conseguiu armar uma emboscada. Outro, quando o jogador estava pilotando um carro, escalou no veículo e arrancou o herói de dentro para tentar atropelá-lo. É quase como se o gamer estivesse jogando contra outras pessoas pela internet.

 

 

 

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